Catarina de Sousa é Jornalista, Realizadora e Produtora de Cinema e Artes Visuais. Mestre em Ciências da Comunicação – Informação e Jornalismo pela Universidade do Minho, com formação nas Oficinas de Documentário dos Ateliers Varan, França. Como Jornalista trabalhou para a Agência de Notícias LUSA, Radio Clube Português, Barcelona Televisió,  é colaboradora da Mídia Ninja – Narrativas Independentes, Jornalismo e Acção – do Brasil. Actualmente é artista residente no UnionDocs – Center for Documentary Art, em Nova Iorque, bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian.

Realizou “Queer Utopia” (em produção), “Verdade ou Consequência” (2017) sobre a era da Pós-Verdade para a RTP. Produziu entre Portugal e Brasil filmes: “A Mordida” (2019), “Arte que Faz Mal à Vista” (2018), “Semente Exterminadora” (2017), realizados por Pedro Neves Marques; “Vale das Dúvidas” (em pós-produção) de Francisca Manuel; “Laureano Barros, Rigoroso Refúgio” (2017) de Paulo Pinto para a RTP. É produtora associada de “Êxtase” (2020) de Moara Passoni e “Olmo e a Gaivota” (2015) de Petra Costa e Lea Glob.

Produziu as Instalações Filmicas: “The Bite is Back” (2019) de Pedro Neves Marques comissariada pelo Pérez Art Museum de Miami. “Olho Zoomórfico/Camera Trap” (2018) de Mariana Silva comissariada pela Fundação Calouste Gulbenkian. “Catherine ou 1786” (2017) de Francisca Manuel, comissariada pelo Walk and Talk em parceria com ARQUIPÉLAGO – Centro de Artes Contemporâneas, Açores.



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