SOBRE



Catarina de Sousa é realizadora, jornalista e produtora de cinema e artes visuais. Nascida na Póvoa de Varzim, vive entre Lisboa e São Paulo desde 2011. Mestre em Ciências da Comunicação - Informação e Jornalismo pela Universidade do Minho, com formação nas Oficinas de Documentário dos Ateliers Varan.

Como jornalista foi correspondente da Agência Lusa a partir de Barcelona, apresentou e produziu conteúdo na Barcelona Televisió e trabalhou no Rádio Clube Português. Em 2011, ao abrigo da bolsa INOV-ART, decidiu arriscar e trabalhar em produção cinematográfica no Brasil, na produtora Gullane Filmes. Iniciou a sua actividade, cruzando a sua formação e experiência em jornalismo com o cinema, realizando os making-of’s dos filmes da casa, experiências que se tornaram uma autêntica escola para entender o processo de fazer cinema.

Enquanto documentarista realizou projectos de cariz social e político na linha do Cinema Directo, como o documentário iniciado nos Ateliers Varan “Meu Nome é Coisa” sobre pessoas-anúncio na cidade de São Paulo, ou “Verdade ou Consequência” para a RTP sobre a pós-verdade.

Após a experiência na Indústria do cinema brasileiro, procurou trabalhar em produtoras que se dedicavam ao cinema documental. Tornou-se produtora associada do documentário “Olmo e a Gaivota”, através da Busca Vida Filmes, uma produção que envolveu quatro países e ganhou vários prémios. Com este trabalho entendeu a importância do domínio da produção para complementar a realização e concretização de projectos, na busca de novas estratégias de financiamento para não depender do mercado-cinema. Nesse sentido, encontrou um papel muito especial a desempenhar, construindo seu currículo como uma ligação entre os mundos do cinema português e brasileiro. Ela também se tornou um raro elo entre cinema e artes visuais, com sensibilidade para as mudanças e trocas que estão acontecendo entre as duas artes - além de seu trabalho contínuo na indústria cinematográfica, ela produziu instalações cinematográficas para museus de três artistas plásticos portugueses a trabalhar no cinema, que partilham interesses e causas comuns: Pedro Neves Marques e Mariana Silva, que vivem em Nova Iorque, e Francisca Manuel, em Lisboa, obras que passaram na Tate Modern - Londres, Gasworks - Londres, PAMM Pérez Art Museum - Miami, Fundação Calouste Gulbenkian - Lisboa, festival de artes Walk and Talk, Açores e ARQUIPÉLAGO - Centro de Artes Contemporâneas, Açores. 

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